Você está satisfeita (o) com a sua sexualidade? Não? Leia isso…

Olá, leitoras e, eventualmente, leitores.

Neste momento que te escrevo são 9h58 do dia 21 de março, estamos em uma praia remota na Tailândia, Tonsai Beach, que só se chega de barco e, juntando com turistas, não acho que tenha mais de 300 pessoas aqui (sendo muito exagerado).

O último post que escrevi foi sobre sexo, “Precisamos falar sobre sexo”, que foi um desabafo sobre os acontecimentos que vemos cada vez mais frequentes envolvendo abusos sexuais.

Caso não tenha lido, aqui está o link:

LER AGORA: Precisamos falar sobre sexo

De lá pra cá nada mudou, apenas se reforçou o que eu acho.

Passamos, Mara e eu, estudando o assunto nos últimos 3 anos, mas mais intensivamente de janeiro de 2019 pra cá.

Acabamos de participar de um workshop-retiro de Tao e Tantra aqui na Tailândia, voltado para trabalhar a sexualidade saudável para uma vida feliz, independente de ser só, a dois, a três, enfim.

Foi uma experiência enriquecedora em todos os sentidos: do workshop em si; das práticas que aprendemos e incorporamos, mas teve um ponto que fugiu da curva.

Conhecer pessoas de diferentes culturas, com diversos pontos de vista sobre a vida sexual e relacionamento e, mais uma vez, se confirmar o que tenho visto em cursos ao redor do mundo: MUDA DE PAÍS, MUDA A LÍNGUA, MUDA A CULTURA, mas os ‘problemas’ são os mesmos.

O calo é no mesmo lugar.

Lá tivemos contato com os instrutores, ele americano (USA) e ela da Rússia; um casal da Holanda e um terceiro casal, ela búlgara e ele espanhol. Além deles, nós dois, Mara e eu, brasileiros.

Um dos casais, inclusive, adeptos à filosofia do poliamor.

Ou seja: um laboratório internacional de relacionamento e sexualidade.

Cada vez eu vejo mais: pessoas que estão conectadas com a sua própria energia sexual, satisfeitas consigo mesmas (em primeiro lugar), com uma prática sexual saudável e com regularidade, são, normalmente, mais bem resolvidas na vida; visivelmente mais felizes e com um poder de ação maior.

Por outro lado, pessoas que estão na outra ponta da corda, casais que não fazer amor com regularidade; pessoas solteiras que estão com a sua energia sexual voltadas apenas para a ‘pegação’, enfim, pessoas em geral que não estão estão satisfeitas com a sua vida sexual, essas tendem a ser menos expressivas, irritadiças, nervosas, ansiosas, tristes e perdidas.

Sim, eu acredito, por experiência própria e também por teoria, que a falta do sexo ou o sexo sem qualidade é altamente prejudicial para as emoções, para a vida como um todo.

E aqui não é uma mera questão de satisfazer o desejo primitivo por sexo e por ‘gozar’, e sim por entrar para um mundo diferente quando o tema é prática sexual, com mais significado, abertura e conexão consigo mesmo e com o (a) parceiro (a).

Só que até chegar nesse ponto, muitas águas precisam rolar.

O primeiro patamar é descobrir as imagens que você construiu em relação ao sexo; as repressões que vem praticando contra si mesmo desde a infância.

E aqui, por mais que a pessoa seja mente aberta, faça sexo com regularidade, sempre tem um fio desencapado por trás.

Assim, é preciso aprofundar nisso e desarmar as bombas-relógio que estão instaladas.

Quebrar o tabu!

Consequentemente, é preciso criar uma nova visão do que seria uma vida sexual saudável e com significado, entender o que está por trás disso (que está longe de ser apenas se masturbar ou penetração).

Aqui entram diversos princípios, a maioria deles completamente desconhecidos para nós, ocidentais. São anos de construção de uma imagem sexual equivocada na nossa mente (pela sociedade, filmes, mídia, revistas), de modo que isso reflete diretamente, o que nos faz esbarrar no primeiro passo.

É preciso rever tudo, até a aceitação do próprio corpo, a ditatura da beleza.

Essa primeira fase é poderosa e, por si só, já derruba muitas barreiras e só aqui a pessoa já consegue se abrir para uma nova prática.

Contudo, ninguém quer ficar só na teoria, até porque a teoria não muda nada.

E aqui entra um mundo de descobertas de práticas saudáveis que mudam completamente nossa vida.

Não me refiro a comprar brinquedinhos em sex shop, nem fantasias, e sim algo ainda mais profundo, ainda que envolvendo esses artifícios.

O recado que eu quero deixar aqui para os homens e mulheres, independente da orientação sexual, é: se abram para, talvez, perceber que tudo o que aprenderam sobre sexo pode estar deturpado; que existe um mundo inexplorado que, quando aceso, leva a vida para um novo patamar.

Isso porque a energia sexual é a mesma que nos trouxe ao mundo, logo, é uma energia de criação, de poder.

Quando ela é trabalhada de forma saudável, inevitavelmente tudo a nossa volta é afetado e recebe os benefícios.

Bem, esse curto texto foi para deixar essa sementinha aqui pra vocês.

Caso queira nossa ajuda, conte conosco nas nossas redes sociais, mande mensagens no @vivendocomalma (Face e Insta).

Se você é mulher, sugiro fortemente colar em Mara.

Na próxima terça, dia 26 de março, ela vai fazer um bate papo ao vivo só entre mulheres falando sobre o tema sexualidade e orgasmos, o que ela tem aprendido e praticado e como você pode aproveitar desse conhecimento para aplicar na sua vida.

Vou deixar aqui o link para se inscrever.

QUERO ME INSCREVER

Caso você seja homem e queira esse tipo de conteúdo especializado, deixe aqui nos comentários ou me mande uma mensagem. Estou pensando em fazer algo parecido, mas quero saber se vocês querem.

Um beijo na alma!

 

CRÉDITOS DA IMAGEM: imagem do artigo retirada de <https://visionarysummitpaonia.com/ecstasy-is-your-birthright/&gt;

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